Quarta-feira, 25.01.12

JOVENS "LICENCIADOS, DESEMPREGADOS"

Há tempos, realizaram-se manifestações, em várias cidades do País, com o objectivo de chamarem a atenção para o grande número de jovens 'licenciados, desempregados' (mais de 100.000, segundo consta). Foram manifestações exemplares, de grande civismo, porém, permito-me perguntar: não teria sido preferivel e exigível, que esta jovem geração - 'privilegiada' (pela oportunidade que teve, de preparar, superiormente, o seu futuro !) - se tivesse regido por parâmetros mais ambiciosos ? e, em vez de tantas horas desperdiçadas, nas ruas, musicando inconsequências, não teria sido mais proveitosa, a promoção de palestras, reuniões, seminários, jornadas, fóruns, mesas redondas, onde a problemática do seu 'desemprego', fosse debatida, de forma realista, consequente ?

 

Esta geração de jovens 'licenciados,desempregados', é uma geração de excelência, constitui uma mais-valia para o País e, tem futuro, o qual passa - inevitável e principalmente - pela sua própria iniciativa, organização, imaginação, espírito empreendedor, esforço, coragem, acção, ousadia, porque, um curso superior, não trás - incorporado - certificado de garantia de empregabilidade.

 

O nosso País é demasiado pequeno e económicamente frágil, para absorver tão grande produção de jovens 'licenciados', pelo que, há que procurar e reinventar novas soluções, para este fenómeno novo, encarar novas concepções de trabalho/emprego, alargar horizontes, e pensar, cada vez, mais global.

 

Esta geração que, tão injustamente, se lamenta - pela incerteza do seu futuro laboral - tem todas as possibilidades de não se deixar "morrer na praia", não obstante as dificeis condições económicas que Portugal atravessa. Não se pense que, a escassez e/ou a falta de trabalho/emprego, é um problema exclusivo dos nossos dias, pelo contrário, desde sempre, o ser humano se confrontou com a angustiante luta pela sobrevivência, foi assim com as recentes gerações e, com os nossos antepassados, mais longínquos. O conhecido provérbio "Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé", aplica-se, com toda a propriedade, à problemática dos jovens 'licenciados, desempregados', como quem diz: se o emprego não chega até nós - não 'cruzamos os braços', nem 'enterramos a cabeça na areia' - vamos nós procurá-lo ou inventá-lo, vamos à luta e, não esperamos que venham, de longe, soluções milagrosas.

 

A propósito de empregos: será em Montalegre, Boticas, Chaves, Cabeceiras, Vieira do Minho, T.Bouro, Murça, Celorico, Vinhais, Izeda, Tabuaço, Meda, Canas de Senhorim, Penamacor, Trancoso, Sabugal, Marvão, Crato, Avis, Monforte, Redondo, Amareleja, Serpa, Vidigueira, Funchal, P.Santo, Porto Moniz, Camara de Lobos, Flores, Terceira, Faial, Graciosa, Praia, S.Vicente, Bissau, Principe, Luanda, Benguela, Maputo, Beira, Macau, Timor, que está a ser preciso um contabilista, arq.paisagista, engº. mecânico, enfermeiro, professor de música, analista, estilista, gestor, constitucionalista, engº. minas, nutricionista, veterinário, projectista, prof. de química, violoncelista, psicólogo, jornalista, engº. informático, ceramista, orçamentista, economista, jurista ?

 

E, consta que o Brasil vai precisar de 150.000 (cento e cinquenta mil) engenheiros, até 2020 !

 

FL

AdM às 20:07 | Comentar
Segunda-feira, 23.01.12

«CORREIO DO PLANALTO» - de 15/01/12

 

 Olhar a montante 

 

 

Aldeia Nova do Barroso; Aldeia Nova de S.Mateus; Ameal; Amear; Antigo de Sarraquinhos; Antigo de Viade; Arcos; Azevedo; Bagulhão; Bairro; Barracão; Beços; Borralha; Bosto Chão; Brandim; Bustelo; Cabril; Cambezes do Rio; Caniço; Carvalhais; Carvalho; Casais da Veiga; Castanheira; Castanheira da Chã; Castelo; Cavalos; Cela; Cepeda; Cervos; Chã; Chãos; Contim; Codeçoso; Cortiço; Corva; Covelães; Covêlo do Gerês;  Currais; Criande; Cruz da Estrada; Donões; Fafião; Ferral; Fervidelas; Fiães do Rio; Fontainho; Fontão; Frades do Rio; Gorda; Gralhas; Gralhós; Ladrugães; Lama da Missa; Lamachã; Lamas; Lapela; Linharelhos; Lodeiro de Arque; Loivos; Medeiros; Meixedo; Meixide; Montalegre; Morgade; Mourilhe; Negrões; Nogueiró; Ormeche; Outeiro; Padornelos; Padrões; Padroso; Pai Afonso; Parada; Paradela; Parafita; Pardieiros; Paredes; Paredes do Rio; Pedrário; Peirezes; Peneda; Peneda de Baixo; Peneda de Cima; Penedones; Pereira; Pincães; Pisões; Pitões; Pomar da Rainha; Pondras; Ponteira; Reboreda; Rebordelo; Reigoso; Sabuzedo; Sacozelo;  Santa Marinha; Santo André; Sanquinhedo; São Ane de Cabril; São Bento da Sexta-Freita; São Fins; São Lourenço; São Pedro; São Vicente; Sarraquinhos; Seara; Sendim; Sezelhe; Sidrós; Sirvozelo; Solveira; Tabuadela; Telhado; Torgueda; Tourém; Travassos da Chã; Venda Nova; Viade de Baixo; Viade de Cima; Vidoeiro; Vila Boa; Vila Nova; Vila da Ponte; Vila de Salto; Vilaça; Vilar de Perdizes; Vilarinho de Arcos; Vilarinho de Negrões; Viveiro; Xertelo; Zebral. (EcoMuseu de Barroso; Serra do Barroso;  Região de Barroso; Terras de Barroso; Serra do Gerês; Parque Nacional da Peneda Gerês; Serra do Larouco). 

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Edição nº. 628 de 15/1/12

 

Destaques:

 

 

- GENTE NOVA E COOPERATIVAS

 

- A leitura - Alicerce da Sociedade Contemporânea

 

- Autarquia reúne com Associações do Concelho

 

Noticias de Salto

 

- Apresentação do livro "Verticalidades e Horizontalidades de Barroso

 

- PROLEGÓMENO

 

 

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lêmos jornais, para sermos mais educados, cultos e saudáveis e, não para sermos literatos

 

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AdM às 18:20 | Comentar

HISTÓRIA DA CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA

 

Olhar a jusante

 

Abrantes, Águeda, Aguiar da Beira, Albergaria-a-Velha, Albufeira, Alcobaça, Alfândega da Fé, Algés, Alijó, Aljezur, Aljustrel, Almada, Almeida, Alverca do Ribatejo, Alvito, Amadora, Amarante, Amares, Anadia, Angra do Heroismo, Arcos de Valdevez, Armamar, Aveiro, Aviz, Baião, Barcelos, Barreiro, Batalha, Beja, Benedita, Borba, Boticas, Braga, Bragança, Caldas da Raínha, Calheta, Caminha, Cantanhede, Carregal do Sal, Carrazeda de Ansiães, Cascais, Castelo de Vide, Castro Daire, Celorico da Beira, Chamusca,Chaves, Cabeceiras de Basto, Câmara de Lobos, Castelo Branco, Celorico de Basto, Cinfães, Coimbra, Coruche, Covilhã, Crato, Cuba, Elvas, Entroncamento, Ermezinde, Espinho, Esposende, Estarreja, Estoril, Estremoz, Évora, Fafe, Felgueiras, Ferreira do Alentejo, Ferreira do Zêzere, Figueira de Castelo Rodrigo, Figueira da Foz, Fornos de Algodres, Freixo de Espada à Cinta, - Funchal, Fundão, Golegã, Gondomar, Gouveia, Grândola, Guarda, Guimarães, Horta, Ílhavo, Lages do Pico, Lamego, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Lousada, Machico, Madalena, Maia, Mangualde, Manteigas,+Marco de Canaveses, Marinha Grande, Matosinhos, Mealhada, Meda, Melgaço, Mértola, Mesão Frio, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Moimenta da Beira, Monção, Mondim de Basto, Montalegre, Montemor-o-Velho, Montijo, Mortágua, Moura, Murça, Murtosa, Nazaré, Nelas, Niza, Óbidos, Oeiras, Oleiros, Olhão, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Oliveira de Frades, Ourém, Ovar, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Penalva do Castelo, Penedono, Peniche, Peso da Régua, Pevidém, Pinhel, Pombal, Ponta dos Capelinhos, Ponta Delgada, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Ponte de Sor, Portalegre, Portel, Portimão, Porto, Porto Santo, Póvoa de Lanhoso, Póvoa de Varzim, Povoação, Proença a Nova, Reguengos de Monsarz, Resende, Riba d'Ave, Ribeira Grande, Ribeira de Pena, Rio Maior, Sabrosa, Sabugal, Santa Comba Dão, Santa Cruz da Graciosa, Santa Maria da Feira, Santa Marta de Penaguião, Santarém, Santo Tirso, São João da Madeira, São João da Pesqueira, Satão, Seia, Sesimbra, Setúbal, Sever do Vouga, Silves, Sines, Sintra, Tabuaço,Tarouca, Tavira, Terras de Bouro, Tomar, Tondela, Torre de Moncorvo, Torres Novas, Torres Vedras,Trancoso, Trofa, Vagos,Valença, Valongo, Valpaços, Vidigueira, Vieira do Minho, Vila do Conde, Vila Flor, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila da Praia da Vitória, Vila Real, Vila de Ruivães, Vila de Salto, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Foz Côa Vila Nova de Paiva,Vila Real de Santo António, Vila Velha do Ródão, Vila Verde, Vimioso, Vinhais, Viseu, Vizela. Lóbios (Es), Muíños (Es), Calvos de Randín (Es), Baltar (Es), Cualedro (Es), Oímbra (Es).

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Em 2012, o título de Capital Europeia da Cultura (CEC) será ostentado por Guimarães (Portugal) e Maribor (Eslovénia), sendo esta a terceira vez que a designação é atribuída a uma cidade portuguesa (Lisboa 1994; Porto 2001).

 

A Capital Europeia da Cultura é uma iniciativa da União Europeia que tem por objectivo valorizar a riqueza, diversidade e características comuns das culturas europeias, visando o desenvolvimento cultural, social e económico sustentável das cidades e comunidades acolhedoras do evento e um maior conhecimento mútuo e aproximação dos cidadãos europeus. A iniciativa foi lançada em Atenas, com a resolução dos Ministros responsáveis pelos Assuntos Culturais, a 13 de Junho de 1985, então sob a designação Cidade Europeia da Cultura, que perdurou até 1999.
No actual modelo é atribuído, em cada ano, pelo Conselho de Ministros da União Europeia, o título de Capital Europeia da Cultura a duas (excepcionalmente três) cidades europeias. São elegíveis cidades de Estados-Membro da União Europeia ou cidades de países terceiros europeus que reconhecidamente respeitem “os princípios da democracia, do pluralismo e do estado de direito”, sendo norma a alternância entre países membros e outros países.

Os Estados interessados apresentam, com quatro anos de antecedência, à Comissão Europeia, ao Parlamento Europeu, ao Conselho e ao Comité das Regiões, a proposta de nomeação de uma ou mais cidades. A Comissão Europeia convoca anualmente um júri, composto por 7 altas individualidades independentes especializadas no sector cultural, que elabora um relatório sobre as candidaturas apresentadas, em função dos objectivos e características da iniciativa Capital Europeia da Cultura.

Cada uma das cidades designadas organiza um programa de manifestações que demonstre e valorize a identidade e património cultural próprio, bem como o seu papel no contexto cultural europeu, ao estabelecer relações de cooperação duradouras com agentes e instituições de outros países europeus.

Desde o seu lançamento, em 1985, a iniciativa já abrangeu, com sucesso, aproximadamente 40 cidades europeias, dando provas de constituir um extraordinário instrumento para o desenvolvimento cultural, social e económico das regiões. 

 

 

Fonte: Sítio-e de "Guimarães 2012"/CEC.

http://guimaraes2012.pt/

 

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 «XXI FEIRA do FUMEIRO de MONTALEGRE» - (O S.JOÃO DAS CHOURIÇAS),de 26 a 29 de Janeiro

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AdM às 18:03 | Comentar
Sexta-feira, 20.01.12

«XXI FEIRA do FUMEIRO de MONTALEGRE» - (O S.JOÃO DAS CHOURIÇAS), de 26 a 29 de Janeiro

 

Abrantes, Águeda, Aguiar da Beira, Albergaria-a-Velha, Albufeira, Alcobaça, Alfândega da Fé, Algés, Alijó, Aljezur, Aljustrel, Almada, Almeida, Alverca do Ribatejo, Alvito, Amadora, Amarante, Amares, Anadia, Angra do Heroismo, Arcos de Valdevez, Armamar, Aveiro, Aviz, Baião, Barcelos, Barreiro, Batalha, Beja, Benedita, Borba, Boticas, Braga, Bragança, Caldas da Raínha, Calheta, Caminha, Cantanhede, Carregal do Sal, Carrazeda de Ansiães, Cascais, Castelo de Vide, Castro Daire, Celorico da Beira, Chamusca,Chaves, Cabeceiras de Basto, Câmara de Lobos, Castelo Branco, Celorico de Basto, Cinfães, Coimbra, Coruche, Covilhã, Crato, Cuba, Elvas, Entroncamento, Ermezinde, Espinho, Esposende, Estarreja, Estoril, Estremoz, Évora, Fafe, Felgueiras, Ferreira do Alentejo, Ferreira do Zêzere, Figueira de Castelo Rodrigo, Figueira da Foz, Fornos de Algodres, Freixo de Espada à Cinta, - Funchal, Fundão, Golegã, Gondomar, Gouveia, Grândola, Guarda, Guimarães, Horta, Ílhavo, Lages do Pico, Lamego, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Lousada, Machico, Madalena, Maia, Mangualde, Manteigas,+Marco de Canaveses, Marinha Grande, Matosinhos, Mealhada, Meda, Melgaço, Mértola, Mesão Frio, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Moimenta da Beira, Monção, Mondim de Basto, Montalegre, Montemor-o-Velho, Montijo, Mortágua, Moura, Murça, Murtosa, Nazaré, Nelas, Niza, Óbidos, Oeiras, Oleiros, Olhão, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Oliveira de Frades, Ourém, Ovar, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Penalva do Castelo, Penedono, Peniche, Peso da Régua, Pevidém, Pinhel, Pombal, Ponta dos Capelinhos, Ponta Delgada, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Ponte de Sor, Portalegre, Portel, Portimão, Porto, Porto Santo, Póvoa de Lanhoso, Póvoa de Varzim, Povoação, Proença a Nova, Reguengos de Monsarz, Resende, Riba d'Ave, Ribeira Grande, Ribeira de Pena, Rio Maior, Sabrosa, Sabugal, Santa Comba Dão, Santa Cruz da Graciosa, Santa Maria da Feira, Santa Marta de Penaguião, Santarém, Santo Tirso, São João da Madeira, São João da Pesqueira, Satão, Seia, Sesimbra, Setúbal, Sever do Vouga, Silves, Sines, Sintra, Tabuaço,Tarouca, Tavira, Terras de Bouro, Tomar, Tondela, Torre de Moncorvo, Torres Novas, Torres Vedras,Trancoso, Trofa, Vagos,Valença, Valongo, Valpaços, Vidigueira, Vieira do Minho, Vila do Conde, Vila Flor, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila da Praia da Vitória, Vila Real, Vila de Ruivães, Vila de Salto, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Foz Côa Vila Nova de Paiva,Vila Real de Santo António, Vila Velha do Ródão, Vila Verde, Vimioso, Vinhais, Viseu, Vizela. Lóbios (Es), Muíños (Es), Calvos de Randín (Es), Baltar (Es), Cualedro (Es), Oímbra (Es).

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De 26 a 29 deste mês de Janeiro realiza-se a  XXI  Feira do Fumeiro e do Presunto de Montalegre - o "São João das Chouriças".  
 
 

 

 

 

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Visite o S. JOÃO DA CHOURIÇAS, em MONTALEGRE

 

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A Feira do Fumeiro de Montalegre

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Montalegre produz bem

e durante todo o ano,

satisfaz quem aqui vem

provar o produto serrano.

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O presunto, as alheiras,

as chouriças, os salpicões

e também as farinheiras,

as orelheiras, os rijões,

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são produtos certificados,

de tal maneira apreciados

que os conhece Portugal inteiro.

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Montalegre tem qualidade

e também muita vaidade

na sua Feira do Fumeiro !

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Francisco Laranjeira

 

 

 

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AdM às 16:52 | Comentar
Quarta-feira, 18.01.12

«NOTÍCIAS DE BARROSO» - de 17/01/12.

Aldeia Nova do Barroso; Aldeia Nova de S.Mateus; Ameal; Amear; Antigo de Sarraquinhos; Antigo de Viade; Arcos; Azevedo; Bagulhão; Bairro; Barracão; Beços; Borralha; Bosto Chão; Brandim; Bustelo; Cabril; Cambezes do Rio; Caniço; Carvalhais; Carvalho; Casais da Veiga; Castanheira; Castanheira da Chã; Castelo; Cavalos; Cela; Cepeda; Cervos; Chã; Chãos; Contim; Codeçoso; Cortiço; Corva; Covelães; Covêlo do Gerês;  Currais; Criande; Cruz da Estrada; Donões; Fafião; Ferral; Fervidelas; Fiães do Rio; Fontainho; Fontão; Frades do Rio; Gorda; Gralhas; Gralhós; Ladrugães; Lama da Missa; Lamachã; Lamas; Lapela; Linharelhos; Lodeiro de Arque; Loivos; Medeiros; Meixedo; Meixide; Montalegre; Morgade; Mourilhe; Negrões; Nogueiró; Ormeche; Outeiro; Padornelos; Padrões; Padroso; Pai Afonso; Parada; Paradela; Parafita; Pardieiros; Paredes; Paredes do Rio; Pedrário; Peirezes; Peneda; Peneda de Baixo; Peneda de Cima; Penedones; Pereira; Pincães; Pisões; Pitões; Pomar da Rainha; Pondras; Ponteira; Reboreda; Rebordelo; Reigoso; Sabuzedo; Sacozelo;  Santa Marinha; Santo André; Sanquinhedo; São Ane de Cabril; São Bento da Sexta-Freita; São Fins; São Lourenço; São Pedro; São Vicente; Sarraquinhos; Seara; Sendim; Sezelhe; Sidrós; Sirvozelo; Solveira; Tabuadela; Telhado; Torgueda; Tourém; Travassos da Chã; Venda Nova; Viade de Baixo; Viade de Cima; Vidoeiro; Vila Boa; Vila Nova; Vila da Ponte; Vila de Salto; Vilaça; Vilar de Perdizes; Vilarinho de Arcos; Vilarinho de Negrões; Viveiro; Xertelo; Zebral. (EcoMuseu de Barroso; Serra do Barroso;  Região de Barroso; Terras de Barroso; Serra do Gerês; Parque Nacional da Peneda Gerês; Serra do Larouco). 

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Edição nº. 394 de 17/01/12 

 

Destaques:

 

- Notícias de: Meixedo,Paredes do Rio, Fafião, Montalegre, Donões, Boticas, Galiza

 

- Impulso para Novos Projectos Cooperativos

   Caso nº. 7 - da Leira à Esplanada

 

- Empreendedorismo Social - uma nova realidade

 

- Antologia Poética de Barroso

 

- Espaço Físico e Social no Comunitarismo de Barroso

 

- Ecos de Natal

  

- Aniversário da TV Barroso

- Bodas de Ouro do Dr.Pe. Manuel Fernandes

- Notícias de Bridgeport, USA - (Morte de Manuel Pedreira)

- DesportoFutebol-comentários e resultados (Boticas 1 - Montalegre 3; Montalegre 2 - Vilar 1)

  

 

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ler jornais da nossa terra faz bem ao coração 

 

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AdM às 19:36 | Comentar
Terça-feira, 17.01.12

IAPMEI-INSTITUTO DE APOIO ÀS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS E À INOVAÇÃO

 

O IAPMEI é o principal instrumento das políticas económicas direccionadas para as micro, pequenas e médias empresas, dos sectores industrial, comercial, serviços e construção, cabendo-lhe agenciar condições favoráveis para o reforço do espírito e da competitividade empresarial.

Ao longo dos anos, o tecido empresarial foi mudando, assistindo-se a entradas e saídas de novas empresas, ao aparecimento e desaparecimento de novos negócios e novos produtos no mercado.

Com mais de 30 anos de existência, o IAPMEI acompanhou esta mudança, assumindo-se como uma das mais importantes agências públicas na assistência técnica e financeira às empresas, aos empresários e aos empreendedores. Por isso, o percurso evolutivo do IAPMEI, bem como o das empresas que este Inbstituto serve, encontram-se indissociavelmente ligados.

Os primeiros anos - Na década de 70, para além do choque petrolífero, que originou uma gravíssima crise internacional, passou-se pela instabilidade política decorrente da revolução de Abril e pela perda de matérias-primas a preços favoráveis.

Uma multiplicidade de políticas económicas - sem resultados - deu lugar ao aumento da inflação, à perda de empregos e ao decréscimo do PIB real. Este foi o contexto que determinou o aparecimento do IAPMEI e o quadro dos primeiros anos de trabalho com os seus clientes de então.

Pré-adesão à CEE - Na década de 80, apesar da recuperação do PIB, o desemprego atingiu um nível próximo dos 10%, a inflação disparou para valores acima dos 20% e, consequentemente, as taxas de juro chegaram aos 30%.

Não obstante os riscos associados a um quadro de escassez de recursos, o IAPMEI esteve ao lado das empresas, apoiando-as, quer no acesso ao crédito bancário, quer na assistência técnica às suas estratégias de modernização ou internacionalização. Depois, veio o período de pré-adesão à CEE, culminando, em 1986, com as linhas de crédito do Banco Mundial e os primeiros fundos comunitários, o que permitiu ao IAPMEI uma melhor ajuda às empresas, nas suas estratégias de modernização.

Primeiro 'Quadro Comunitário de Apoio' (QCA) - O 'PEDIP' (Programa Específico de Desenvolvimento da Indústria Portuguesa), introduziu novas lógicas aos programas de apoio à modernização das empresas, tanto a nível nacional como comunitário, inovando nos instrumentos de promoção da modernização empresarial.

Diversificação de sectores e de actuação - A partir da segunda metade da década de 90, o IAPMEI alargou a sua àrea de intervenção, desbravou novos caminhos, mercê da evolução das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Estabeleceu parcerias com: associações empresariais; com os sistemas: bancário, científico e tecnológico e, com instituições do Ministério da Economia, entre muitas outras. Parceria com a AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), para a captação de investimentos estrangeiros, relevantes para o desenvolvimento industrial nacional, como foi o caso da Autoeuropa.

O IAPMEI, hoje - Porque o mundo mudou, também o IAPMEI acompanhou estas mudanças, com clientes mais exigentes, a reclamarem uma instituição cada vez mais à sua medida.

 

 

Fonte: IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação/Parcerias para o crescimento.

 

 

 

 

AdM às 21:27 | Comentar
Domingo, 15.01.12

A DIALOGAR TAMBÉM SE APRENDE

 

 Olhar a montante 

 

Aldeia Nova do Barroso; Aldeia Nova de S.Mateus; Ameal; Amear; Antigo de Sarraquinhos; Antigo de Viade; Arcos; Azevedo; Bagulhão; Bairro; Barracão; Beços; Borralha; Bosto Chão; Brandim; Bustelo; Cabril; Cambezes do Rio; Caniço; Carvalhais; Carvalho; Casais da Veiga; Castanheira; Castanheira da Chã; Castelo; Cavalos; Cela; Cepeda; Cervos; Chã; Chãos; Contim; Codeçoso; Cortiço; Corva; Covelães; Covêlo do Gerês;  Currais; Criande; Cruz da Estrada; Donões; Fafião; Ferral; Fervidelas; Fiães do Rio; Fontainho; Fontão; Frades do Rio; Gorda; Gralhas; Gralhós; Ladrugães; Lama da Missa; Lamachã; Lamas; Lapela; Linharelhos; Lodeiro de Arque; Loivos; Medeiros; Meixedo; Meixide; Montalegre; Morgade; Mourilhe; Negrões; Nogueiró; Ormeche; Outeiro; Padornelos; Padrões; Padroso; Pai Afonso; Parada; Paradela; Parafita; Pardieiros; Paredes; Paredes do Rio; Pedrário; Peirezes; Peneda; Peneda de Baixo; Peneda de Cima; Penedones; Pereira; Pincães; Pisões; Pitões; Pomar da Rainha; Pondras; Ponteira; Reboreda; Rebordelo; Reigoso; Sabuzedo; Sacozelo;  Santa Marinha; Santo André; Sanquinhedo; São Ane de Cabril; São Bento da Sexta-Freita; São Fins; São Lourenço; São Pedro; São Vicente; Sarraquinhos; Seara; Sendim; Sezelhe; Sidrós; Sirvozelo; Solveira; Tabuadela; Telhado; Torgueda; Tourém; Travassos da Chã; Venda Nova; Viade de Baixo; Viade de Cima; Vidoeiro; Vila Boa; Vila Nova; Vila da Ponte; Vila de Salto; Vilaça; Vilar de Perdizes; Vilarinho de Arcos; Vilarinho de Negrões; Viveiro; Xertelo; Zebral. (EcoMuseu de Barroso; Serra do Barroso;  Região de Barroso; Terras de Barroso; Serra do Gerês; Parque Nacional da Peneda Gerês; Serra do Larouco). 

 

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Este Blog foi criado com a intenção e expectativa de contribuir para  o fortalecimento  do "montalegrismo", colocando-se,  ao dispôr das forças vivas de Montalegre: Municipio; Juntas de Freguesia; Associações (de Pais; Culturais; Profissionais; Desportivas e outras); Jornais (Correio do Planalto; O Povo de Barroso; Bentanias; Notícias de Barroso); Escolas (pré-primárias; básicas; secundária e profissionais); Bibliotecas; Rádio Montalegre; TV Barroso; Lares da 3ª.Idade; InfantáriosEscuteiros; Paróquias;  Cruz Vermelha; Migrantes; Emigrantes;Empresas (públicas e/ou privadas) e Cidadãos Voluntários, para - de forma voluntária - participar nas acções/tarefas que entendam úteis e necessárias, a favor da nossa terra, com o mesmo espírito dos  "carrêtos" de antigamente.

 

 

AdM

 

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AdM às 11:12 | Comentar
Quinta-feira, 12.01.12

A ILUSÃO DO ÁLCOOL

É o que acontece quando os idosos bebem em demasia. Um copo para acompanhar a solidão, para ocupar os dias de reforma, até para esquecer a doença. Porém, quando se tomam medicamentos pode estar a misturar-se no organismo um "cocktail" fatal.

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas é, de facto, um problema em qualquer idade. Quando se é jovem toleram-se uns copos a mais em nome precisamente da juventudade, da fase de afirmação, como se fora uma espécie de rito de passagem à idade adulta. Mas, quando aqui se chega, beber demais é alvo da crítica social, o alcoolismo condenado como verdadeiro destruidor de personalidades, famílias e carreiras. Pelo contrário, quando se é idoso, o abuso de álcool é muitas vezes negligenciado. Um copinho não faz mal a ninguém, é só um e até reconforta – pensar-se-á, evocando porventura estudos que evidenciam algumas propriedades terapêuticas do vinho (não das bebidas alcoólicas!).

A verdade é que, independentemente da idade, o álcool contribui para abrandar a actividade cerebral – afecta a capacidade de concentração, de coordenação, de discernimento e de reacção. Em consequência, aumenta o risco de quedas e outros acidentes. Com a desvantagem de que é preciso menos quantidade de álcool para afectar os idosos, por comparação com os jovens.

Com o tempo, beber em excesso pode danificar irremediavelmente o sistema nervoso central, o fígado, o coração, o estômago e os rins. Além disso, os efeitos do álcool tornam mais difícil diagnosticar determinados problemas de saúde: por exemplo, o álcool causa alterações ao nível do coração e dos vasos sanguíneos que podem iludir a dor que, em regra, funciona como sinal de alarme de um ataque cardíaco. Está igualmente na origem de perda de memória e de confusão mental, sintomas que se confudem com os da doença de Alzheimer.

No caso dos idosos é particularmente grave a interacção do álcool com medicamentos, quer exijam ou não prescrição médica. Todos nós sabemos que as pessoas mais velhas são consumidores regulares de mais do que um medicamento. É a chamada polimedicação: são tranquilizantes, antidepressivos, indutores do sono, analgésicos, anti-histamínicos, diuréticos. Com bebidas alcoólicas, podem constituir uma mistura fatal, tanto mais que à medida que se envelhece vai-se alterando a capacidade do organismo para absorver o álcool e outras drogas.

No que toca ao abuso de álcool, consideram-se geralmente dois tipos de consumidores: os crónicos e os situacionais. Os primeiros, em maioria, são pessoas que beberam ao longo de toda a vida, muitas delas morrem na chamada meia idade, mas outras sobrevivem. Os segundos são os que começam a beber como resposta a circunstâncias específicas da sua vida – reforma, dificuldades económicas, solidão, morte de amigos ou familiares. No início, a bebida proporciona conforto, depois pode tornar-se um problema.

Importa, porém, ressalvar que nem toda a gente que bebe regularmente tem um problema de alcoolismo. Para que isso aconteça é preciso que essa pessoa beba para se acalmar, para esquecer as preocupações, para afogar as mágoas; que perca o interesse na comida; que despeje o copo com sofreguidão; que minta para esconder o facto de que bebe em excesso; que beba frequentemente sozinha; que se agrida ou agrida outros quando está embriagada; que precise de cada vez mais álcool para se sentir “por cima”; que fique irritada quando não bebe.

Quando isto acontece está mais do que na hora de se pedir ajuda. Em qualquer idade.

Sabia que há quase 600 portugueses centenários?

É verdade, os dados são do Instituto Nacional de Estatística e indicam concretamente que em 2001 havia entre a população residente no nosso país 589 pessoas com 100 ou mais anos. A grande maioria é do sexo feminino – 84% do total, o que se explica pelo facto de a esperança de vida das mulheres ser maior do que a dos homens. Daí que haja também mais viúvas do que viúvos. Voltando aos centenários, em 2001 havia apenas 95 homens com a barreira dos 100 já ultrapassada, metade dos que viviam uma década antes. De facto, entre 1991 e 2001 diminuiu o número de centenários, mas aumentou o de habitantes na nona década de vida – passaram de 21.814 para 42.586.

 

Fonte: Associação Nacional de Farmácias (ANF)

 

AdM às 20:03 | Comentar
Segunda-feira, 09.01.12

CORREIO DO PLANALTO - de 30/12/11

Aldeia Nova do Barroso; Aldeia Nova de S.Mateus; Ameal; Amear; Antigo de Sarraquinhos; Antigo de Viade; Arcos; Azevedo; Bagulhão; Bairro; Barracão; Beços; Borralha; Bosto Chão; Brandim; Bustelo; Cabril; Cambezes do Rio; Caniço; Carvalhais; Carvalho; Casais da Veiga; Castanheira; Castanheira da Chã; Castelo; Cavalos; Cela; Cepeda; Cervos; Chã; Chãos; Contim; Codeçoso; Cortiço; Corva; Covelães; Covêlo do Gerês;  Currais; Criande; Cruz da Estrada; Donões; Fafião; Ferral; Fervidelas; Fiães do Rio; Fontainho; Fontão; Frades do Rio; Gorda; Gralhas; Gralhós; Ladrugães; Lama da Missa; Lamachã; Lamas; Lapela; Linharelhos; Lodeiro de Arque; Loivos; Medeiros; Meixedo; Meixide; Montalegre; Morgade; Mourilhe; Negrões; Nogueiró; Ormeche; Outeiro; Padornelos; Padrões; Padroso; Pai Afonso; Parada; Paradela; Parafita; Pardieiros; Paredes; Paredes do Rio; Pedrário; Peirezes; Peneda; Peneda de Baixo; Peneda de Cima; Penedones; Pereira; Pincães; Pisões; Pitões; Pomar da Rainha; Pondras; Ponteira; Reboreda; Rebordelo; Reigoso; Sabuzedo; Sacozelo;  Santa Marinha; Santo André; Sanquinhedo; São Ane de Cabril; São Bento da Sexta-Freita; São Fins; São Lourenço; São Pedro; São Vicente; Sarraquinhos; Seara; Sendim; Sezelhe; Sidrós; Sirvozelo; Solveira; Tabuadela; Telhado; Torgueda; Tourém; Travassos da Chã; Venda Nova; Viade de Baixo; Viade de Cima; Vidoeiro; Vila Boa; Vila Nova; Vila da Ponte; Vila de Salto; Vilaça; Vilar de Perdizes; Vilarinho de Arcos; Vilarinho de Negrões; Viveiro; Xertelo; Zebral. (EcoMuseu de Barroso; Serra do Barroso;  Região de Barroso; Terras de Barroso; Serra do Gerês; Parque Nacional da Peneda Gerês; Serra do Larouco). 

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Ed.nº. 627 de 30/12/11

 

Destaques: 

 

- Seguro na Festa do PS Montalegre

 

- Câmara celebra protocolo com a EDP

 

- Câmara reúne com produtores de fumeiro

 

- Gente Nova e Cooperativas

 

- Câmara entrega prémios de mérito escolar (Escola EB e S Bento da Cruz)

 

- SER + NATAL 2011 - Balanço

 

- Entrevista com o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas

 

- Notícias de Salto

 

- PROLEGÓMENO ("Ainda telefonei ao Belchior, um dos três Magos do Oriente, a pedir-lhe que me levasse com ele até Belém, neste Natal. Mas ele respondeu-me que...". Quer mesmo saber o que o Belchior respondeu ao Dr.Bento ?, quer ? então se quer,  leia, leia o CdP !, não imagina o que vai sair dalí !    

 

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........................................................ 

CORREIO DO PLANALTO

 

jcorreiodoplanalto@mail.com 

 

Tels. 276 511 048 - 225 501 446  

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AdM às 13:38 | Comentar
Sábado, 07.01.12

COMO CRIAR UMA ASSOCIAÇÃO

Aldeia Nova do Barroso; Aldeia Nova de S.Mateus; Ameal; Amear; Antigo de Sarraquinhos; Antigo de Viade; Arcos; Azevedo; Bagulhão; Bairro; Barracão; Beços; Borralha; Bosto Chão; Brandim; Bustelo; Cabril; Cambezes do Rio; Caniço; Carvalhais; Carvalho; Casais da Veiga; Castanheira; Castanheira da Chã; Castelo; Cavalos; Cela; Cepeda; Cervos; Chã; Chãos; Contim; Codeçoso; Cortiço; Corva; Covelães; Covêlo do Gerês;  Currais; Criande; Cruz da Estrada; Donões; Fafião; Ferral; Fervidelas; Fiães do Rio; Fontainho; Fontão; Frades do Rio; Gorda; Gralhas; Gralhós; Ladrugães; Lama da Missa; Lamachã; Lamas; Lapela; Linharelhos; Lodeiro de Arque; Loivos; Medeiros; Meixedo; Meixide; Montalegre; Morgade; Mourilhe; Negrões; Nogueiró; Ormeche; Outeiro; Padornelos; Padrões; Padroso; Pai Afonso; Parada; Paradela; Parafita; Pardieiros; Paredes; Paredes do Rio; Pedrário; Peirezes; Peneda; Peneda de Baixo; Peneda de Cima; Penedones; Pereira; Pincães; Pisões; Pitões; Pomar da Rainha; Pondras; Ponteira; Reboreda; Rebordelo; Reigoso; Sabuzedo; Sacozelo;  Santa Marinha; Santo André; Sanquinhedo; São Ane de Cabril; São Bento da Sexta-Freita; São Fins; São Lourenço; São Pedro; São Vicente; Sarraquinhos; Seara; Sendim; Sezelhe; Sidrós; Sirvozelo; Solveira; Tabuadela; Telhado; Torgueda; Tourém; Travassos da Chã; Venda Nova; Viade de Baixo; Viade de Cima; Vidoeiro; Vila Boa; Vila Nova; Vila da Ponte; Vila de Salto; Vilaça; Vilar de Perdizes; Vilarinho de Arcos; Vilarinho de Negrões; Viveiro; Xertelo; Zebral. (EcoMuseu de Barroso; Serra do Barroso;  Região de Barroso; Terras de Barroso; Serra do Gerês; Parque Nacional da Peneda Gerês; Serra do Larouco). 

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Procedimentos:

 

Reunião informal: Reúna-se com um grupo de amigos, com o mesmo objectivo ou interesse, e comecem a pensar no que pretendem para a vossa associação.

Órgãos da Associação: Uma Associação é constituída por três órgãos: Assembleia Geral,  Direcção e Conselho Fiscal.

A Assembleia Geral: É dirigida por uma Mesa, composta por elementos eleitos para o efeito podendo ser: um presidente, um vogal e um secretário. Este é o órgão máximo da associação, competindo-lhe, entre outras, a aprovação do plano de actividades, a aprovação e alteração dos estatutos, a aprovação do relatório de actividades.

A Direcção: É composta no mínimo por três elementos, podendo ser: um presidente, um secretário e um tesoureiro.

Este é o órgão executivo e tem como principal função a gestão da associação.

O Conselho Fiscal: É composto no mínimo por três elementos, podendo ser: um presidente, um secretário e um relator. A este órgão compete essencialmente o controlo de contas da associação.

A Direcção e o Conselho Fiscal deverão ser constituídos por um número impar de elementos, dos quais um será o presidente.

Projecto de Estatutos: Na reunião informal devem elaborar um projecto de estatutos, que são as regras que a sua associação terá que cumprir no futuro. Tem disponível nesta página um modelo base de estatutos, que pode adequar à sua associação.

Escolha do Nome para a Associação: Para que a sua associação seja reconhecida tens que lhe dar um nome: escolha 5 ou 6 nomes possíveis pois tem que ir ao Registo Nacional de Pessoa Colectiva para que seja verificado se nenhum desses nomes já foi atribuído.

Assembleia Geral: Agora que já tem o seu projecto de estatutos e o nome da sua associação, convoque uma reunião com todos os elementos do grupo, a qual será a primeira assembleia geral. A assembleia deverá ser participada pelo menos por 20 associados. É nesta altura que deverão ser eleitos os elementos dos órgãos sociais (Assembleia Geral, Direcção e Conselho Fiscal). Atenção que deverá ser elaborada um acta desta assembleia, assinada por todos os elementos presentes, pois será necessária para a legalização da associação.

Pessoa Colectiva: Com a acta da Assembleia Geral, os Estatutos e os Bilhetes de Identidade dos elementos dos corpos sociais diriga-se ao Registo Nacional de Pessoa Colectiva e inscreva a sua associação para a atribuição do número fiscal. Deve ainda requerer um certificado de admissibilidade de firma ou denominação, pois irá ser necessário para o passo seguinte.

Personalidade Jurídica: Depois de obter o número fiscal, poderá dirigir-se à Delegação Regional do Instituto Portuguêsmda Juventude (IPJ) , da área da sede da sua associação e, solicitar a apreciação da legalidade e a publicação dos estatutos. Para o efeito tem que entregar os seguintes documentos: Estatutos; Acta da Assembleia Geral (assinada por pelo menos 20 associados); Certificado de admissibilidade de firma ou denominação.

Registo Nacional de Associações Juvenis: Para que a sua associação seja considerada uma associação juvenil, tem que a inscrever no Registo Nacional de Associações Juvenis (RNAJ) junto do IPJ. Entre outros requisitos, a associação terá que ter: a) 75% dos associados com idade igual ou inferior a 30 anos; b) no órgão executivo (Direcção) pelo menos 60% de membros com idade igual ou inferior a 30 anos. Por outro lado deverá desenvolver actividades que resultem do seu carácter juvenil.

Enquadramentos Legais: Subsídios às Associações de Estudantes (Portaria às Associações n.325/96 de 02/08); Programa de Apoio às Associações Juvenis (Portaria n.354/96 de 16/08 Alterações à portaria 745-E/96 de 18/12); Regulamento de inscrições no Registo Nacional de Associações Juvenis (Portaria n.355/96 de 16/08); Alterações ao Regulamento de inscrições no Registo Nacional de Associações Juvenis (Portaria n. 745-E de 18/12); Direitos e regalias das Associações de Estudantes do ensino Superior (Decreto-lei n. 54/96 de 22/05); Estatuto do dirigente Associativo estudantil (Decreto-lei n.55/96 de 22/05); Enquadramento Legal dos Programas do instituto Português da Juventude (Decreto lei n. 198/96 de 17/10); Lei Orgânica do instituto Português da Juventude (Decreto-lei n. 70/69 de 04/06); Sistema de Apoio a Jovens Empresários (Decreto-lei n.22/97 de 23/01); Estatuto do Trabalhador Estudante (Lei n. 116/97 de 04/11); Organização e Ornamento do Ensino Superior (Lei n. 26/2000 de 23/08); Avaliação da Aprendizagem no ensino Superior (Despacho Normativo 30/2001 de 19/17); Lei das Associações de estudantes (Lei n. 33/87
Alterações nas leis n. 36/87, n.32/88 e n.35/96); Lei do Associativismo Juvenil (Lei n. 6/2002 de 23/01).

 

 

Fonte: Instituto Português da Juventude (IPJ).

Para mais informações consultar:

http://juventude.gov.pt/IPJ/Paginas/default.aspx

 

 

 

(Leia neste Blog:  'Associativismo').

 

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Associações juvenis podem estar abrangidas pelo Estatuto dos Benefícios Fiscais | Mecenato 

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AdM às 14:09 | Comentar
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